O SIMBOLO VERMELHO E A TRIBO KARDJA PARTE DOIS
Ali a cidade com suas torres suas casas pontes de pedras e
madeiras com suas construções antigas com seus monumentos ainda mais antigos
com várias pinturas rupestres ali se encontram um rio não muito grande que vai
cortando a cidade varias vezes como se estivesse acariciando, uma água
cristalina o vento sopra ali dentro e o eco se propaga a cada mento que falam o
ar parece estar mais frio aqui neste local.
- Venha – disse o Índio Weel
E eles foram entrando a cada momento vão descobrindo novos
lugares e se surpreendendo com o que encontram diante de seus olhos.
- Será que realmente não tem ninguém aqui neste local? –
perguntou Kazyen
- Não se preocupe descobriremos isso em breve – disse Weel
O silencio para a habite esse lugar ao mesmo tempo que vão
vendo algumas coisas bem estranhas e não muito longe dali se encontra algo que
não fazia muito sentido um bosque feito dentro da cidade, mas na verdade era
bem ao contrario a cidade dentro do bosque.
- Parece que teve alguns conflitos aqui – disse Kazyen
- Não, parece que teve
assim – disse o índio
- E quem seria você? – disse Kazyen
- Não faça isso, nós é que somos os invasores... Cuidado –
disse o misterioso indio
Monstros com caveiras e corpos em carne viva soltando e
jogando neles o que seria uma magia em forma de fumaça que começa afeta-los aos
poucos e nisso eles passam a se protegerem aqui ali e ficam assim fugindo aqui
ali ao mesmo tempo em que se inicia uma batalha ali entre os três que por sinal
não dura muito.
- Finalmente conseguimos – disse kzayen
- Silencio – disse o índio
- Porque? – perguntara Kazyen
- Abandonado...
Algo assustador estava no ar e quando retornaram a vista era
aterradora causando assim nos dois um grande arrepiados por mais que já estivesse
acostumados com certas coisas na vida, mesmo assim eles não desistiram e foram em
frente e quando estavam tentando
descobri o que se passa de verdade na cidade que tal mistérios envolvem ali.
- Precisamos descobri o que se passa aqui dentro para
podermos sai logo – disse Kazyen
- Concordo está ficando muito estranho aqui...
E então ele se ver que o seu companheiro índio não s encontra
lá... Depois de um tempo a sensação começa a aparece, sensações bem estranhas
quando passa usa a magia para ilumina esse local e vai vendo muitas ruas antigas
com chão de pedra e alguma aqui ali de terra, a iluminação se mostra pouca mesmo
assim ele vai seguindo... Silencio... O vento soprando a todo momento.
Respiração... Pulsação...
Ele se sentira estranho, mas pelo qual motivo aparente. Seu
corpo a transpira rapidamente e junto uma crescente sensação que vai se
entranhando como uma raiz em seu corpo em seu espirito... Gritos aqui gritos
ali e quando tudo cessou veio o silencio uma vez mais, um silencio ensurdecedor
ele vai caminhando e caminhando entrando em uma rua aqui outra rua ali percebe
que s encontra com algumas vegetações dentro de casas e ruas a luz da chama que
ilumina aos poucos vai ficando agitada... um estranho rangido... O vento
soprava.
Foi ele caminhando para sabe de onde vinha esse rangido ele
chama pelo seu companheiro e vendo que se encontra ainda mais perdido dentro
deste antigo lugar ele encontra o que seria a pena e um machado ele se abaixa e pega e ver
que nele contem algumas gotas de sangue.
- Onde você está? – perguntou o Kazyen
Quando ele se levantou tomara um susto o índio se encontrava
em pé com o olhar fixado para ele.
- Onde você estava? – perguntou o Kazyen
Aquele olhar fixo o deixar nervoso e ao mesmo tempo com
muitos questionamentos, depois de alguns minutos...
- O que está acontecendo... porque ele está tão estranho e
esse olhar tão frio? – se questionava o guerreiro
- Venha – disse o Weel
E começara a caminha o deixando para trás ele sem pensa
muito passa a segui-lo.
- Porque ele quer que eu o siga? – se questionou Kazyen
O que o índio queria... E para onde estão indo, ele foi o
seguindo mantendo uma certa distancia depois de alguns minutos ele avista uma
tribo inteira ali reunida se divertindo aqui ali alguns dançando alguns poucos
corpos o chamara a sua atenção, o que realmente estava acontecendo ali, passara
um tempo ele se pegara se divertindo junto com todos e nem sabia o motivo pelo
qual motivo já que tinha uma missão para cumpri, o guerreiro que tanto lutava
nunca tinha se divertindo tanto assim e quando ele vai se alivia em uma moita
ver o que seria um antigo símbolo, o símbolo da tribo.
- Esse é o símbolo vermelho que eu tanto procurava, o que
diz aqui... O símbolo vermelho daquele que perdera a alma sem retorno para a
luz
Sua alma pedida e
atormentada agora ficara neste corpo! – disse o índio
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