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Mostrando postagens de maio, 2019

O ESPELHO PARTE QUATRO

O som, barulho, gritos e a batalha ocorrendo lá fora, os pilares paredes sendo iluminado pelo fogo que no caso não é amarelo mais sim verde, um fogo feito por magia. ― Senhor o que faremos? – perguntou novamente o general ― Destruam todos, mandem os exércitos e algumas magnas – disse o maligno ― Sim senhor – disse o general Ele então se retira, após a ordem ter sido dada e passada para a frente as batalha passam a aumentar um pouco mais, lutas de corpo a corpo, algumas chuvas de flechas, lanças sendo arremessadas, além das lutas sem armas, mas na frente algumas magias sendo usadas pela bruxas quando ela tem uma surpresa alguns dos membros deste pequeno grupo se encontra avançando para entra na fortaleza, mas... ― O que está acontecendo? Alguém está bloqueando uma parte da magia não consigo perceber a presença de algumas bruxas – disse K Os exércitos dos darac vão avançando demostrando muita força e uma boa quantidade deles contra os invasores, mesmo assim o grupo, que ago...

O ESPELHO PARTE TRÊS

Após a explosão, os olhos, hora tentam se abrir e hora querem se fechar. O som se encontra abafado muita correria muito barulho vindo de todos as direções aqui ali muito rapidamente dará para se ver alguém gritando, mas o que? Quando logo se ouve um silêncio renascendo em meio ao caos. Logo se ver a escuridão se aproximando seres que mal davam para ver, um borram vem no lugar imagens distorcidas e quando se percebe um navio gigante e uma frase. ― Vamos agora não deixem o medo domina – disse o senhor Benjamim   O rosto, barba, chapéu. O tempo. Logo fora abrindo os olhos aos poucos e quando finalmente o faz ele passar a observa o grande navio navegado nos ares, um grande navio algo inacreditável, pois nunca tinha visto isso. A noite mais escura as estrelas brilhando nuvens com o navio navegando sobre elas tão lentamente sem pressa o vento passando nas enormes velas que dão para se ver de alguma janela o tempo se mostra nesta altura um ar mais frio um vento. ― Finalmente aco...

O ESPELHO PARTE DOIS

Ali estão eles diante de um deserto gelado com algumas geleiras, algumas de tamanho médio e outras já de tamanho maior, montes de neves acumuladas um grande vento se passa entre alguns montes de neve e logo, olha de um lado para o outro. ― Onde estamos? – se perguntou Pedro. ― Caso eu não esteja errado eu penso que estamos longe da civilização – disse Emanoel. ― Já esteve por aqui antes – perguntou Pedro. ― Que eu me lembro somente os estudiosos e membros da universidade e da irmandade tem o privilégio de fazer esse tipo de viagem – disse Emanoel. Alguns minutos... ― Vem – disse Emanoel E lá foram eles caminhando em meio a esse deserto gelado em busca de encontrar algum lugar para ficar e quem sabe, passar a noite já que o tempo aos poucos estava começando a fechar, eles foram caminhando e caminhando ali seus pés vão afundado na neve enquanto o frio aumenta não demora e logo começa a nevar. ― Maravilha preso em um mundo que não sei onde fica, preso em um deserto gelad...

O ESPELHO

― Ei garoto o que está fazendo aqui a está hora da noite? Não que é perigoso? Quando ele vai agarrado a uma sensação estranha, vem à tona e ele começa a correr, correr e logo atrás dele se encontra esse homem de barba longa tentando agarrá-lo, mas logo percebe que sua velocidade vem se aumentando. Depois de alguns minutos ele se vê encurralado em um beco sem saída. ― Agora você não me escapa ― disse o barbudo. E neste momento em que ele vai se aproximando para agarra o adolescente ver que ele começa a se transforma no que seria em um ser com feições de rochas e olhos de um tigre. ― Não pode ser ― disse o barbudo. E quando ele tenta se aproximar ele acaba sendo atacado. Vendo uma grande força e velocidade em ação, em alguns minutos ele consegue fugir, o homem fica ali o vendo, pula em grandes alturas e some. Em outra parte, na verdade num mercado alguém observa as pessoas do ambiente. ― Fiquem alerta ele pode está aqui, não o matem apenas o capturem! ― disse a capitã ― S...

NOITE 1607 PARTE DOIS

Todos ali em completo silêncio ao ver tamanha beleza e exuberância descendo cada degrau desta escada logo. ― Bem-vindos a minha humilde casa, eu sou Penélope. ― Perdoe-nos por invadir a sua casa desta maneira ― disse Pedro ― Não tenham medo os acolherei neste momento ― disse Penélope ― Obrigada o nosso carro atolou perto daqui e sua casa... seu castelo, era o mais perto para pedir ajuda – disse ― Se não for incômodo de mais – disse ― De modo algum, é uma alegria recebe-los em minha casa – disse Penélope ― E a senhora teria algum telefone? – perguntou ― Sim tenho, mas infelizmente as linhas estão mudas por causa do temporal lá fora, mas não se preocupem podem dormir aqui e amanhã resolveremos isso – disse Penélope ― Muito obrigado pela ajuda – disse ― O meu mordomo os levará aos seus aposentos para que se arrumem para o jantar – disse Penélope                 Todos ali foram para seus aposen...