O ESPELHO PARTE DOIS


Ali estão eles diante de um deserto gelado com algumas geleiras, algumas de tamanho médio e outras já de tamanho maior, montes de neves acumuladas um grande vento se passa entre alguns montes de neve e logo, olha de um lado para o outro.
Onde estamos? – se perguntou Pedro.
― Caso eu não esteja errado eu penso que estamos longe da civilização – disse Emanoel.
― Já esteve por aqui antes – perguntou Pedro.
― Que eu me lembro somente os estudiosos e membros da universidade e da irmandade tem o privilégio de fazer esse tipo de viagem – disse Emanoel.
Alguns minutos...
― Vem – disse Emanoel
E lá foram eles caminhando em meio a esse deserto gelado em busca de encontrar algum lugar para ficar e quem sabe, passar a noite já que o tempo aos poucos estava começando a fechar, eles foram caminhando e caminhando ali seus pés vão afundado na neve enquanto o frio aumenta não demora e logo começa a nevar.
― Maravilha preso em um mundo que não sei onde fica, preso em um deserto gelado com a noite caindo e agora começa a neva está um dia ótimo – disse Pedro.
― Esqueceu que estamos sendo procurados também – disse Emanoel
― Há – disse Pedro
 ― Aceita, só aceita que melhora – disse Emanoel             
Eles continuam a caminhar e caminhando em busca de encontrar um local para se aquecerem no meio de tudo isso, vão se aproximando, quando um deles vai diminuindo a velocidade o vento sopra mais forte entre algumas cavernas que ali se encontram. Ecos vão se formando a cada momento, a cada passos que são dados, mesmo na neve aqui ali pisam em algum bloco de gelo e logo vão vendo o que seria estruturas no mínimo diferente como pontes que levam a diferentes direções. Eles param e observam.
― Que lugar é esse? – perguntou Pedro.
― Não pode ser – disse Emanoel.
― O que foi? – perguntou Pedro.                  
― Temos que sair daqui agora – disse Emanoel.
Logo os dois se apressam para saírem na verdade terão que a travessa para o outro lado do precipício e quando começam a travessia flechas em suas direções, flechas de pontas vermelhas.
― Era o que eu temia – disse Emanoel.
Eles começam a correrem afim de chega ao final da ponte quando os dois gritos ocorrem, passa se alguns minutos.
― Você está bem? – perguntou Emanoel.
― Sim, que queda hein? – disse Pedro.
― Que bom que tinha essa montanha de neve aqui para apara a nossa queda – disse Emanoel
― É verdade – disse Pedro
Eles veem o que seria os darfons, um tipo índio da neve e avançam em suas direções eles sem perderem tempo passam a correr em diversos caminhos, escorregam e tentam não cair, começam a subir algumas escadas, onde encontram outras pontes até que, sem muita opção, eles começam aos poucos um confronto ainda meio sem vontade, mas começa usando assim a sua velocidade e força das pequenas transformações em metaferas onde ganham algumas habilidade entre forças agilidades de movimentos mais rápidos resistência contra ataques inimigos.
Os índios do gelo com suas habilidades além das armas rústicas, também podem controlar o elemento da água e gelo, os metaferas passam a usar o taigran, usa as suas garras e as habilidades de pula a grande distancias com muita velocidade, o rocha usa o que seria a força o terremoto e a sua resistência para ajuda além da habilidade da larva que pode puxa de qualquer terra. Neste momento eles acabam caindo dentro de uma das tendas e lá veem o que seria um dos índios amarrado com as mãos para cima.
― Então são vocês? – disse o índio.
Eles se olham.
― Precisamos ir embora – disse Emanoel.
― Não podemos deixa―lo aqui – disse Pedro.
― Não podemos ficar é perigoso agora – disse Emanoel.
Mais uma vez eles trocam olhares incluindo o índio, e neste momento saem em silêncio voltando assim para a batalha numa tentativa de saírem de lá com alguma vida e neste momento uma explosão ocorre, o despertando.
― O que ouve um pesadelo? – perguntou o barbudo.
― Sempre o mesmo pesadelo – disse Ellen.
― Os metaferas – disse o barbudo.
― Sim, desde que começaram a busca pelos os nossos filhos eu vivo tensa muitos tem desaparecidos e não se tem nem um tipo de noticias e ainda a pouco ficamos sabendo que mais um desapareceu – disse Ellen.
― Os... não sei como te fala – disse o barbudo.
― Fale eu aguento – disse Ellen.
― Um dos desaparecidos foi encontrado há muito tempo – disse o barbudo.
― E como ele está? – perguntou Ellen.
Eles trocam olhares.
― Ele está muito fraco, com uma cor diferente, sem forças, gelado e o principal não pode se transformar em um metafera – disse o barbudo.
― Me leve lá – disse Ellen.
― Não pode sair no estado que está – disse barbudo.
― Me leve lá agora! – disse Ellen.
Dentro de pouco tempo eles já chegam ainda de madrugada observando para ver se ninguém os viu ou os seguiu, a noite se encontra frio, pois o período de neve se aproxima depois de alguns minutos eles entram num beco e dão alguns passos batem na porta. Após isso observam mais alguns minutos.
― Entrem – disse Carlos.
E logo já estão chegando no quarto onde o garoto se encontra conversam um pouco com os que estão cuidando do local vendo se tem comida suficiente o local se mostra bem aconchegante e seguro um local que não desperta suspeitas.
― Temos que levá―lo ao médico – disse Jonas.
― Não podemos sair daqui agora com ele, mas já mandamos buscar um médico de confiança, logo, logo ele está chegando – disse Olive.
Poucos minutos depois o medico chega e logo já entra para dentro do quarto para assim pode examiná-lo e ter algum resultado do que se passa, passa algum tempo e ele sai de dentro do quarto com todos na espera.
― Você tem tido muita sorte – disse o médico Paulo.
― O que quer dizer doutor? – perguntou Carlos.
― Os metaferas são uma espécie nova que estão nascendo neste mundo, eles tem as moléculas e o DNA, diferente de humanos normais, desenvolvem habilidades sobre humanas, tem uma resistência muito grande e parece que ele tem resistido até agora – disse o médico.          
 ― Não me diga que ele – perguntou.
― Não se preocupem ele tem tido muita resistência e isso é bom, mas devo adverti-los tem que dar um jeito de trazer a essência de volta para ele – disse Paulo.
― Não entendo doutor – disse Carlos.
― Eu explico, os metaferas tem uma ligação com a natureza não importa de que terra seja não importa que elemento seja alguns nascem com uma mente mais desenvolvida uma inteligência uma pouco mais superior a de um humano normal e com poderes que equivalem a algum animal que também os acompanha é por isso que cada criança tem um pet de estimação é como os seus espíritos fossem apenas um, como se unissem se tornando apenas um, mais a variações – disse  Paulo.
― Variações que tipo? – perguntou Olive.   
Quando ele fora começando a explicação novamente alguém bate na porta trazendo assim um silencio no ambiente.

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