NOITE 1607 PARTE DOIS
Todos ali em
completo silêncio ao ver tamanha beleza e exuberância descendo cada degrau
desta escada logo.
― Bem-vindos a minha humilde
casa, eu sou Penélope.
― Perdoe-nos por invadir a sua
casa desta maneira ― disse Pedro
― Não tenham medo os acolherei
neste momento ― disse Penélope
― Obrigada o nosso carro atolou
perto daqui e sua casa... seu castelo, era o mais perto para pedir ajuda –
disse
― Se não for incômodo de mais –
disse
― De modo algum, é uma alegria
recebe-los em minha casa – disse Penélope
― E a senhora teria algum
telefone? – perguntou
― Sim tenho, mas infelizmente as
linhas estão mudas por causa do temporal lá fora, mas não se preocupem podem
dormir aqui e amanhã resolveremos isso – disse Penélope
― Muito obrigado pela ajuda –
disse
― O meu mordomo os levará aos
seus aposentos para que se arrumem para o jantar – disse Penélope
Todos ali
foram para seus aposentos. A noite estava apenas começando, raios, trovões e
relâmpagos a todo momento, eles observam e percebem que o castelo aparenta ser
bem mais antigo do que eles imaginam. Com quadros assustadores que passam uma
certa impressão, corredores longos, alguns deles percorrem em busca de localizar
os aposentos de seus amigos, notam seres os observando... Sombras. De repente
um morcego bate já quebrando a janela antiga e fica ali se debatendo, após o
susto ele vai se aproximando.
― Um morcego – disse Pedro
Se debatendo...
― Sua alma será devorada...
devorada...
Ele com o
susto ao ver aquele...Trovões, raios, trovões, relâmpagos vento percorre os
corredores terrivelmente escuros um nevoeiro sobre seus pés... Gritos e mais
gritos.
― Ah! – gritou Pedro
― Calma, sou eu! – disse
― Que bom que é você. – disse
Pedro
Mais gritos e
gritos, eles se olham e decidem acha os outros para sabe o que pode está
acontecendo, quanto mais andam neste imenso castelo, mas se perdem nos enormes
corredores.
― Eu tenho certeza que já
passamos neste corredor – disse Pedro
― Não pode ser – disse
― Esses gritos – disse
O vento sopre
ainda mais forte nos corredores gélidos... Eles ficam ali em meio a escuridão
do túnel quando... Barulhos... O vento. A escuridão aparece aumenta cada minuto
que se passa.
― O que foi isso? – perguntou
Pedro
― Não sei... Precisamos sair
daqui – disse
A mesa se
encontra sendo dando os últimos detalhes para assim receber os convidados, lá
tem muita comida e a iluminação se encontra por grandes velas mesas de
verdadeiros reis e rainhas, o pano no tom avermelhado, ali também se encontra
taças de água e vinho a serem servidos, talheres de ótimas qualidades alguns em
prata e outros em puro ouro, pratos finíssimos da alta sociedade burguesa,
jarros sendo expostos para melhor o ambiente fica confortável para todos assim como tem panos e outras velas
espalhados por todos os lugares.
― Senhora tudo estará pronto –
disse o mordomo
Eles trocam olhares com algum
sorriso.
― Nossa quanta roupa linda –
disse
Ela fica ali
observando qual roupa poderia usa já que se encontrava disponível para si,
quando finalmente de pega uma mais simples mesmo e não perde mais tempo e vai
em direção de encontra os outros na sala de jantar, dentro de poucos minutos já
s encontra lá.
― Seja bem-vinda junte se a nós –
disse
― Nossa como está linda – disse
― Obrigada, onde está Pedro –
disse
― Creio que já estão chegando –
disse o mordomo
― Claro – disse
― Podem se servir – disse
― Essa comida está muito cheirosa
– disse
― Fiquem à vontade – disse
O relógio
começa a fazer tic tac e todos ali se deliciando com toda aquela comida tão
deliciosa e bem feita, com um cheiro irresistível, enquanto ela fica ali apenas
observando junto com o mordomo somente uma vez e outra é que toma um gole na
taça de vinho.
Com o tempo...
Pedro e seu amigo continuam a caminha e caminharem por corredores descendo e
subindo escadas, eles então encontram o que seria um antigo jornal jogado em
meia a escuridão, mas que se dava para ver alguma coisa. Eles observam durante
um bom tempo e logo trocam alguns poucos olhares. Neste meio tempo em que ali
se encontram passam a escutarem um choro e um pedido de ajuda eles passam a
levarem o jornal enquanto procuram de onde pode estar vindo esse choro o que
não demora muito.
― Ali – disse Pedro
― Moça você está bem? – perguntou
Quando foram
se aproximando dela, percebem algo no canto da parede e quando olham veem o que
seria uma segunda garoto com quatro braços sem os globos oculares com uma boca
negra gigante gritando para eles.
― Corre – disse Pedro.
E assim o
fazem, dentro de pouco tempo eles já se encontram entrando no que seria uma das
enormes salas e logo se perguntam que lugar seria aquele em que se encontram ao
mesmo tempo em que ficam aliviados de terem saído destes tenebrosos corredores,
eles passam a caminharem para
encontrarem os outros quando se deparam com alguns quadros alguns grandes e
outros de tamanho médio. A sensação de solidão aos poucos vai invadindo seus
corações a cada quadro que veem a cada passo que dão.
― Um quadro mais esquisito que o
outro – disse
― Põe esquisito nisso
Eles se
aproximam de um quadro onde se encontram uma mulher linda diante de um
precipício observando o mar dar se a impressão de que um grande vento ali passa,
quando ela vira a começa a se movimenta e logo pula de lá dando assim um grande
susto nos dois.
― O que está acontecendo aqui? –
perguntou
Após troca olhares ele volta a
procurarem seus aposentes e amigos para que possam sai de lá, mas como? Essa é
a questão como? No meio de tudo isso eles se deparam
― Por aqui senhores – disse o
mordomo
Eles voltam a troca olhares e decidem
o acompanhar, alguns minutos se passam e a frieza volta a toma-los aos poucos
uma frieza mórbida quando...
― Nossa vocês demoraram – disse
― Fiquem à vontade
― Que comida é essa?
Quando eles
veem que são ratos, baratas, morcegos, braços, dedos, copos de sangue, assim
também como, cérebro e olhos. Quando todos percebem pulam e se levantam as
pressas, alguns começam a vomitar, a cuspir, outros soltam o que estavam
comendo e percebem ao olhar para a grande mesa, um lugar nojento com muitos
vermes e até mesmo partes de corpos humanos que se encontravam sendo devorados.
― Não estão mais com fome?
E um sorriso
começa a aparecer, um sorriso malicioso, quando olham para o mordomo se
encontra com a mesma expressão.
― Que merda é essa daqui?
― Corram.
E assim eles
começam correr e correr, entrando em corredores aqui ali vão passando por
enormes salas e salões sobem escadas aqui e não demora para que percebem que se
encontram completamente perdidos e sem perda de tempo eles se dividam em grupos
para encontram uma saída.
― O primeiro que encontram a
saída volta para buscar os outros – disse Pedro
Enquanto todos
ali estão a decidir o que realmente fazer, um deles vai se aproximando de um
dos quadros e vai observando o que seria um espelho pintado um dentro do outro
e isso vai chamando atenção vai vendo a conversa algumas duvidas que todos tem
e se aproximando, pois a sua curiosidade vai aumentando e ficando ainda mais
aguçada atiçada. Ao trocar no quadro é sugado para dentro ele se ver
completamente preso começa a busca uma saída batendo no espelho gritando e
ninguém a escuta o seu desespero aos poucos vai aumentando aqui ali quando
todos percebem ao sente a sua falta.
― Como ela foi parar ali dentro?
― Temos que tira―la de lá – disse
― Mas como?
E no momento
em que procuram uma forma de retira-lo de lá, alguém, um homem sem face, o
agarra por trás e corta a sua garganta ali diante de seus olhos. Um terror
gritos lagrimas medo o horror se torna parte de todos.
― Vamos corram – disse
No meio do caminho
vão ficando confusos, pois veem muitos corredores ao mesmo tempo apenas um
decidem então subi as escadas e quando percebem, estão de cabeça para baixo e
uma criatura se arrastando grunhindo tudo chamando atenção de todos. Muitos ali
pedem, imploram, para aquilo ser apenas um pesadelo. Ele foram tentando sair ao
máximo, mesmo estando todos de cabeça para baixo, quando uma vez mais uma
horrenda criatura começa a se arrastar com mais velocidade, eles tentam não
olhar não escutar. Muito choro, todos tentam se acalmar e vão em frente
Quando a
escuridão os alcança um silencio mórbido, aparece e em seguida um denso
nevoeiro, vai aparecendo e uma criatura de fogo e escuridão, agarrando João e
puxa para dentro da própria escuridão com gritos e mais gritos.
― João, não...
― Temos que ajuda-lo – disse
― Não podemos – disse
Eles passam a
correm e correm, nas paredes vão vendo espelhos e mais espelhos que vão se
escurecendo aqui ali mudando de cores. No meio de tudo isso, Pedro se vê diante
de si uma porta de vermelho.
― Aqui espero que seja uma saída
e quando ele abra se ver preso em uma enorme teia de aranha, que vai o
enrolando e enrolando ele olha para si mesmo e seu corpo começa a seca e o último
que fica grita e sai correndo o máximo que pode e quando é engolido.
Passos e mais
passos... Escuridão... Nevoeiro... Uma luz se acende fraca mais forte.
― Olhe o jornal
E quando ela lê: “Adolescentes fugitivos em um
Cadillac se acidentam e morrem.
Muito bom, parabens
ResponderExcluirobrigado pelo comentário, o seu comentário vai ajuda a melhora os mini contos vai faze com que tenha mais contos e variações vai nos ajuda a melhora o blog e muito obrigado por ter entrado lido e escolhido este blog; em breve teremos mais novidades
Excluir