O ESPELHO PARTE QUATRO
O som, barulho, gritos e a batalha
ocorrendo lá fora, os pilares paredes sendo iluminado pelo fogo que no caso não
é amarelo mais sim verde, um fogo feito por magia.
― Senhor o que faremos? – perguntou novamente o
general
― Destruam todos, mandem os exércitos e algumas magnas
– disse o maligno
― Sim senhor – disse o general
Ele então se retira, após a ordem
ter sido dada e passada para a frente as batalha passam a aumentar um pouco
mais, lutas de corpo a corpo, algumas chuvas de flechas, lanças sendo
arremessadas, além das lutas sem armas, mas na frente algumas magias sendo
usadas pela bruxas quando ela tem uma surpresa alguns dos membros deste pequeno
grupo se encontra avançando para entra na fortaleza, mas...
― O que está acontecendo? Alguém está bloqueando uma
parte da magia não consigo perceber a presença de algumas bruxas – disse K
Os exércitos dos darac vão
avançando demostrando muita força e uma boa quantidade deles contra os
invasores, mesmo assim o grupo, que agora está formando do navio vermelho, avança
como se fossem enxames contra os grupos.
― São muitos e não estamos totalmente preparados para
esse contra―ataque do maligno – disse a bruxa XK
― É verdade deveríamos ter previsto isso antes, mas
temos que ter fé que eles vão consegui ― disse a bruxa K
Eles seguem na batalha, enquanto
os outros vão entrando aqui despistando os soldados aqui topa com alguma das
criaturas darac pelo meio caminho.
― Agora sim temos que ter muito cuidado – disse
Emanoel
Eles enfrentam alguns aqui ali e
vão avançando quando.
― Estou sentindo a presença do garoto aqui dentro,
procurem eles e os tragam até me – disse o maligno
― Sim senhor – disse o general
E assim como uma busca para
encontra-los, mas.
― A sala onde fica os mapas e os planos deve fica em
algum salão ou sala não muito longe daqui – disse o senhor Benjamim
― Melhor nos separarmos – disse Emanoel
― Essa não é uma boa ideia – disse Benjamim
― É arriscado, mas é uma chance a mais que temos de
encontra – disse Pedro. Eles se olham.
― Tudo bem, mas tomem cuidado – disse Benjamim.
― Pode deixar.
E lá foram eles passaram algumas
horas na intensa busca, quando sem quere olhando mais uma sala eles encontram
uma sala mais recuada e vão enfrente, mas no meio do caminho eles se escondem
por alguns minutos até os soldados acompanharem os generais, eles entram e lá
encontram os mapas em cima da mesa uma mesa não tão pequena assim eles dão uma boa analisada e lá conversam um pouco em
sussurros para não serem ouvidos ao mesmo tempo que vai esquentando e a
discursão vai tomando proporções a respeito dos mapas dos planos ali diante
deles. Depois de um tempo.
― Não podemos ficar mais tempo aqui – disse Emanoel
― Mas eu ainda não vi todos – disse Pedro
― Ainda não demos uma olhada aqui na sala – disse o
soldado
― Mais essa sala é proibida para os soldados, deixa
que eu olho sou o primeiro general.
Eles se escondem por um tempo enquanto
o general e alguns soldados vasculham o local e quase chegam bem perto.
― Quase nos encontram temos que sai, sai agora –
disse Emanoel
― Sim, mas antes vamos leva mais alguns desses mapas –
disse Pedro
― Mais mapas – disse Emanoel
― Mais alguns minutos se passam e eles veem que o
local se encontra ficando bastante perigoso pegam os mapas e saem buscando
assim uma forma de sai sem serem visto, mas logo escutam o alerta de invasores
volta a se esconderem.
― Os encontrem não podem sai daqui com os mapas –
disse o general
― Sim senhor – disse o soldado.
O tempo... Eles passam a busca com mais rapidez para
sai de lá quando tomam.
― Há ...
― Calma sou eu... Venham comigo – disse
E não demora para que consigam sai
de lá, mas mesmo lá fora eles tomam bastante cuidado e voltam a encontrar a
outra parte que logo começa a recua na batalha que vem ocorrendo.
― Senhor os invasores estão recuando estamos
conseguindo – disse o general
― Não tem alguma coisa errada, investiguem – disse o
maligno
― Sim senhor, o que foi soldado? – perguntou o
general
― Não tenho boas notícias – disse o soldado
― Fale – disse o maligno
― Os mapas senhores, eles... Eles foram pegos pelos
garotos – disse o soldado
― Incompetente – disse o general
O silêncio fica entre eles, finalmente
estão todos juntos na grande e velha árvore das bruxas lá eles procuram
descansa e come alguma coisa, a noite parece está apenas começando tochas
acesas dentro da própria arvore moveis e outras plantas enquanto alguém observa
comtemplando tudo que ali estar diante de seus olhos uma noite um pouco fria
com poucas estrelas no céu.
― Que noite hem – disse Emanoel
― Sim foi uma noite daquelas que nunca pensei que
poderia vivencia, isso tudo parece um pesadelo – disse Pedro.
― Sim parece um pesadelo, mas todo pesadelo um dia
acaba – disse Emanoel
― Espero que você esteja certo amigo – disse Pedro
Eles ali passam a escuta os outros
falando sobre o que vem ocorrendo as perseguições contra os metaferas a
expansão que o maligno conseguira nos ultimas tempo antes da vinda de Pedro,
toda a loucura da batalha que todos enfrentaram já que nunca tinha realmente
chegado a esse ponto.
― O que estar acontecendo? – perguntou Pedro
― Você está acordado – disse Benjamim
― Não só acordado, mas escutando uma conversa que não
foi chamado no momento – disse a bruxa XK
― Ele precisa estar a par do que está acontecendo –
disse a bruxa K
E logo passaram a explicar o que
estavam discutindo demostrando pontos no mapa alguns espelhos que podem serem
encontrados e usados tanto por eles quanto pelos exércitos do maligno e depois
de uma longa reunião.
― Temos que agir ainda está noite – disse Pedro
― Seria ariscado de mais – disse
― Temos que arriscar porque pelo o que ouvi aqui não
depende somente de mim voltar para casa, mas sim depende de nós salvarmos as
vidas dessas pessoas – disse Pedro
― Isso pode ocasiona a você fica preso aqui para
sempre conosco – disse a bruxa K
― Não tenho outra escolha se não arriscar – disse
Pedro
― Eu concordo, pode contar comigo! – disse Benjamim e
todos ali se olham.
― É hora de agir – disse a bruxa K
Eles partem para encontrar uma
possível solução, mas acabam virando alvos ainda mais marcantes contra as
investidas dos generais e seus exércitos do maligno. Se tornam uma ameaça para
seus planos, eles vão seguindo ajudando alguns vilarejos aqui ali, chegam em
templos antigos e descobrem mais sobre a vida sobre novas áreas que nuca tinham
andado antes, enfrentam batalhas a todo momento ate que chegam em algumas ruínas.
― Nossa nunca tinha visto isso antes – disse Emanoel
― Não são ruinas antigas se tornaram ruinas, os
exércitos do maligno devem ter passado por aqui – disse Pedro
― Pena que não tinha como ajuda – disse Emanoel
Eles estão sempre olhando e seguindo
os mapas e suas instruções. Quando finalmente conseguem chegar no que seria o
portal o espelho onde poderia vir a ser a passagem.
― Conseguimos agora temos que evita que os exércitos
passem por esse portal – disse Emanoel
― Sim e vamos nos prepara temos agora nova aliados
que vão nos ajuda nesta batalha – disse Pedro
― Que Deus nos ajude – disse Emanoel
Dois dias se passam e o dia da
batalha chega e quando veem um enorme exército.
― É muito mais do que eu imaginava – disse Emanoel
― É muito mais do que todos nós imaginavam – disse
Pedro
E todos partem para a batalha a
fim de impedi os exércitos de entrarem no espelho e invadirem novas terras e
planetas, a batalha vai se espalhando por várias áreas ao mesmo tempo que vão
usando magnas e outras armas para derrotar seus inimigos. Assim como estão
usando alguns navios e a magia das bruxas.
Os confrontos vão se
intensificando ao longo do dia e entrando noite à dentro, quando eles escutam
uma gigantesca explosão e quando olha veem em alguns espelhos pessoas em
completo desespero e um exército muito maior do que eles imaginavam surgindo
diante deles mesmo eles tendo ajuda dos diferentes metaferas.
― E... Temos que recua não podemos com isso – disse
Benjamim
― Não pode ser! – disse Pedro
― Vem, depois conversamos. – disse Emanoel
E assim eles veem muitos dos metaferas
sendo mortos e outros sendo capturados e sem perder tempo, conseguem entrar em
um novo portal.
Comentários
Postar um comentário