O NATAL PARTE UM
Uma enorme nevasca se aproxima já demostrando seus sinais de que vai ser uma noite muito fria, a noite de mostra bastante escura quase nem um carro na estrada o asfalto um tanto escorregadio ali o silencio tomara a se aproxima... O radio é ligado na procura de alguma estação para se ter alguma noticia sobre como anda o tempo, um tempo que se mostra fica a cada momento mais perigoso para tal viagem.
- Devíamos procura um local mais seguro para ficarmos antes que essa tempestade nos causa algum dano - disse Patricia
- Bobagem é só um pouco de neve - disse Carlos
- Bobagem - disse Patricia
O silencio entra dentro do carro
- Você desligou o radio - perguntou Patricia
- Eu não - disse Carlos
- Cuidado - disse patrícia
O carro derrapa aqui escorrega e logo cai para fora da estrada já batendo em uma arvore ela abre os olhos e o ver ali desacordado o chama na esperança dele acorda e depois de alguns minutos eles já se encontram foram do carro enquanto a tempestade só piora.
- Não podemos fica aqui a tempestade vai nos mata - disse Carlos
- Acho que batemos em alguém precisamos procura-lo
Quando escutam vários pedidos de socorro e neste momento em que o encontram veem que estar ferido e sangrando
- Perdão pelo o que fizemos não era a nossa intenção
- Preciso que me ajudem a chega em uma delegacia o mais rápido possível.
- Você quer que ajudemos uma pessoa a chega em uma delegacia para nos denuncia sobre o acidente
- Você não entendem o mal... o mal
- Eu não vou deixa-lo morre aqui - disse Patricia
E foram caminhando na estrada em meio a grande nevasca quando um carro preto se aproxima o que o faz se recusa a entra, mas acaba entrando e seguem viagem o homem sagra e começa a sussurra algo que não se dar para entende enquanto tentam evita o sangramento logo escutam a palavra cidade natal... Natal,mas parece não fazer sentido algum em formas e linguagem completamente diferente, o sangue vai escorrendo no carro, ele com o sangue tenta demostra algo e os dois se olham durante alguns minutos quando escutam o motorista.
- Estamos chegando
O rapaz toca em sua pele o mais rápido possível
- Lapido por favor - disse Carlos
Ao toca em seu pescoço.
- Acho que ele morreu
- podem fica aqui até a nevasca passa - disse o motorista
- Obrigada - disse Patricia
Ao saírem do carro viram uma cidade estranha e fria que os traz um sentimento diferente do que costumam sente quando uma possível sombra ou passos são escutados em a tanta neve que levimente os chama atenção.
- Devíamos procura um local mais seguro para ficarmos antes que essa tempestade nos causa algum dano - disse Patricia
- Bobagem é só um pouco de neve - disse Carlos
- Bobagem - disse Patricia
O silencio entra dentro do carro
- Você desligou o radio - perguntou Patricia
- Eu não - disse Carlos
- Cuidado - disse patrícia
O carro derrapa aqui escorrega e logo cai para fora da estrada já batendo em uma arvore ela abre os olhos e o ver ali desacordado o chama na esperança dele acorda e depois de alguns minutos eles já se encontram foram do carro enquanto a tempestade só piora.
- Não podemos fica aqui a tempestade vai nos mata - disse Carlos
- Acho que batemos em alguém precisamos procura-lo
Quando escutam vários pedidos de socorro e neste momento em que o encontram veem que estar ferido e sangrando
- Perdão pelo o que fizemos não era a nossa intenção
- Preciso que me ajudem a chega em uma delegacia o mais rápido possível.
- Você quer que ajudemos uma pessoa a chega em uma delegacia para nos denuncia sobre o acidente
- Você não entendem o mal... o mal
- Eu não vou deixa-lo morre aqui - disse Patricia
E foram caminhando na estrada em meio a grande nevasca quando um carro preto se aproxima o que o faz se recusa a entra, mas acaba entrando e seguem viagem o homem sagra e começa a sussurra algo que não se dar para entende enquanto tentam evita o sangramento logo escutam a palavra cidade natal... Natal,mas parece não fazer sentido algum em formas e linguagem completamente diferente, o sangue vai escorrendo no carro, ele com o sangue tenta demostra algo e os dois se olham durante alguns minutos quando escutam o motorista.
- Estamos chegando
O rapaz toca em sua pele o mais rápido possível
- Lapido por favor - disse Carlos
Ao toca em seu pescoço.
- Acho que ele morreu
- podem fica aqui até a nevasca passa - disse o motorista
- Obrigada - disse Patricia
Ao saírem do carro viram uma cidade estranha e fria que os traz um sentimento diferente do que costumam sente quando uma possível sombra ou passos são escutados em a tanta neve que levimente os chama atenção.
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