UMA NOITE 1607 PARTE UM


Vem o carro em uma determinada velocidade debaixo de um grande temporal, mal dava para se ver algo na frente, a estrada de terra com pontos de muita lama. Trovões anunciam que a noite será bem longa, os relâmpagos ajudam a iluminar esse caminho. O carro, um Cadillac original, demostra grande resistência a esse tipo de estrada. O motorista, um rapaz magro do cabelo ruivo, demostra alguma habilidade para controlar esta máquina tão poderosa. O temporal, se mostra forte trazendo consigo uma grande onda de frio.
Que terreno é esse? se perguntou o rapaz Pedro, tentando ver algo do lado de fora.
Nossa que chuva forte disse Larissa.
E todo o resto do grupo em silêncio, enquanto um deles observa o mapa para assim encontrar uma estrada com melhor condição, mas.
Essa estrada vai estraga meu carro disse o Pedro.
Esqueça o carro eu quero sabe onde estamos? disse Larissa.
Neste momento, o carro seguia em frente durante um bom tempo até quando ele atola, vendo que não têm alternativa, eles saem em meio ao temporal para encontrar um lugar seguro, quando veem um castelo, se aproximam.
Esse castelo me deixa toda arrepiada! disse Larissa.
Você não é a única a ficar assim. disse Pedro.
Espero que tenha alguém aí dentro. disse João.
Eles veem algumas partes do castelo em ruínas, paredes caídas, alguns dos degraus quebrados e uma árvore antiga, sem quase nenhuma folha. E todos foram seguindo, ao mesmo tempo em que se perguntam, que espécie de pessoa construiria um castelo num lugar tão isolado assim.
O dono deste lugar deve ser bem louco? perguntou Joaquim.
Louco ou não, precisamos da ajuda dele disse Manoela.
Em certo ponto do caminho avistam a porta entreaberta por onde entram, já saindo deste imenso temporal. Ficam observando o imenso castelo, que se mostra ser bem antigo. Sem que digam uma única palavra, o lugar logo passa uma sensação estranha em todos, um arrepio, observação deslocamento de tempo, a garganta se mostra seca.
Neste momento, passos são dados lentamente. Eles procuram saber de onde vem o som e nada. Depois de algum tempo percebem, uma mulher de roupa vermelha descendo as escadas, ela é linda como nunca se vira antes, com seus cabelos curtos, seus lábios de tom escuro e seu corpo sensual, vai se aproximando e deixando.

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