O SIMBOLO VERMELHO E A TRIBO KARDJA
Caminhando e caminhando
penetrando com uma certa cautela entre algumas rochas e muita vegetação a maioria
delas enormes, quando entra na parte mais aberta e lá encontra se alguns
dinossauros no primeiro momento todos muitos calmos. Ele observa já que é a
primeira vez que ele ver esse tipo de animal tão magnifico.
- Preciso ver mais de perto essas
criaturas magnificas! – disse o guerreiro Kazyen
Quando ele falou isso se desvia
rapidamente de um machado que em sua lâmina contém um brilho verde.
- O que você quer nesta terra
sagrada? – perguntou o índio Weel
- Um nativo da tribo do fogo
vermelho, nunca pensei que fossem reais, mas em fim preciso fala com seu xamã –
disse o guerreiro Kazyen
- Você não precisa de nada e
esqueça deste lugar – disse o segundo índio Weel
- Vocês não entendem – disse o
guerreiro Kaz
E antes que ele pudesse demostra
seus argumentos outros índios já chegam o atacando e iniciando uma batalha ali
e ele passa a usa os seus conhecimentos em magia e no meio dessa batalha e eles
perceberam um certo conhecimento chamado vermelho.
- Parem, como você obteve esse
conhecimento? – Perguntou o índio Weel
- Como eu disse, preciso fala com
o xamã de vocês é muito importante – disse o guerreiro Kazyen
- Venha – disse o primeiro índio
Weel
- Não pode leva-lo – disse o
segundo índio. IN - D
Depois de alguns minutos eles
voltam para a tribo e quando fora fala com o xamã eles descobriram que uma
velha tribo de alguma forma voltara a vida, mas veio algo a mais e neste
momento o xamã tem uma visão de um grande destruição pela natureza algo obscuro
se encontrava para ocorre e a antiga tribo tem...E depois de quatro meses de guerras
e guerras tudo terminou em paz. Assim eles pensavam quando veio um grande
terremoto que devastou tudo que eles conheciam. O mago acorda.
- A visão do xamã aconteceu –
disse Kazyen
Alguém o agarra, quando ele olha
e ver que é o índio que o levou até a tribo. Os dois conversam e ao mesmo tempo
em que veem não só uma grande nuvem de fumaça e poeira em um tom avermelhado,
mas também a noite chegando mais cedo do que o esperado... Tudo que eles
conheciam se modificara drasticamente naquele momento.
- Não podemos ficar aqui – disse Kazyen
- Venha eu conheço um lugar –
disse o índio Weel
E eles viajam dentro da floresta
passando por alguns dinossauros e outras criaturas que ali abitam, depois de um
tempo chegam na caverna, a caverna sagrada da chama vermelha. Ali eles ficam
sabendo que tribo que voltara a vida não voltara com seus espíritos e sim
mortos.
- Mortos, você disse que estão
mortos – disse Kazyen
- Sim mortos e isso não é nada
bom, nada bom mesmo – disse o índio Weel
- Isso quer dizer que temos muito
mais trabalho à frente – disse Kazyen
- Sim temos – disse o índio Weel
Logo partem em direção ao note
para assim chega até ao templo sagrado vão pelas trilhas do que restara a
floresta numa intensa caminhada onde logo começa a cai um grande temporal no
qual se propaga entre as nuvens de tom avermelhado.
- Porque a chuva mudara para
vermelho? – perguntara Kazyen
- Acredito que ainda não chegara
no livro vermelho – disse o índio Weel
- O livro vermelho, está falando
aquele que se perdera nas areias do tempo – disse Kazyen
- Sim, eu era o um dos guardiões
do livro precisamos chega até ele o mais rápido possível... No meio de tudo
isso como está o mestre verde
- Transformado em pedra e não sei
como traze-lo de volta – disse Kazyen
- Então essa é a sua missão
aparte de agora no lugar de seu mestre vou dar para você o mesmo conhecimento
que dei para seu mestre – disse o índio Weel
- Não dar, o tempo está correndo
– disse Kazyen
- Então temos que usufrui bem
deste tempo que estar a nossa disposição – disse o índio Weel
E eles avançam floresta a dentro
vão vendo que a água dos rios vai ficando manchada com o tom vermelho, depois
de algumas poucas horas nesta caminhada eles param um pouco para descansarem e
procuram um lugar uma caverna para se
abrigarem, a chuva fica para trás, mas o frio é constante para não tem muito
costume ali se esconde dentro de si um pouco de medo.
- Descanse um pouco mais tarde
continuaremos – disse o índio Weel
- Mais tarde – disse Kazyen
- Sim não podemos para por muito
tempo, agora descanse – disse o índio Weel
- Sim – disse Kazyen.
Neste momento o guerreiro tenta
dorme mais não consegue algo o incomoda mais o que seria?... Se vira de um lado
para o outro quando de repente ele agarra usando uma de suas adagas, neste
momento ali se encontra já o chamando começado a usa o que seria a sua magia
para ajuda afasta os motos que ali os atacam dando inicio a uma batalha um
pouco frenética entre eles.
- São muitos – disse Kazyen
- Sim – disse o índio Weel
E mesmo assim vão usando as suas
armas o trakan e usando de um lado a sua arma que no caso seria um bastão com
uma ampulheta de areia trazendo átona algumas de suas magias, enquanto o
guerreiro usa a sua espada junto com
algumas das correntes banhada também em pura magia que lhe fora dada e ensinada
a usa pelo seu mestre algumas horas depois eles finalmente conseguem se livrem
de alguns dos mortos.
- Em que região estamos? – perguntou
o Kazyen
- Essa parte eu nunca andei,
portanto ficaremos aqui Weel
Minutos...
- Droga – disse Kazyen
- O que foi? - Weel
- Não consigo dorme mais – disse Kazyen
- Tal vez isso o ajude a descansa
– disse o índio
Quando eles veem.
- Uma cidade escondida dentro de
uma caverna – disse o guerreiro
E eles ficam ali contemplando
aquela antiga cidade que avia sumido a muito tempo atrás que no final a via
apenas se tornado uma antiga lenda para assusta as crianças da tribo ou para
dar inspirações aos guerreiros que passam pelo ritual.
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