NATAL PARTE DOIS


- Nossa como estar frio – disse Patrícia
- Pelo menos temos água quente – disse Carlos
- Em compensação não temos muita luz – disse Patrícia
estamos tão atrasados – disse Carlos
- Sim vamos janta estou com fome, você notou que essa cidade parece tão estranha – disse Patrícia
- Deve ser só impressão sua por causa da nevasca – disse Carlos
- Deve ser isso mesmo
E lá foram eles dentro de pouco tempo veem que não estar nevando tanto assim apesar do frio ter aumentado, eles foram caminhando durante algum tempo e quando percebem que já tinha subido metade de um morro já passam a ver o que seria uma pousada o que seria o local e no meio do caminho quase chegando lá vão vendo alguns carros antigos, tão antigos que chegam ave carros do anos trinta quarenta até as datas mas recentes dois mil dois mil e oito dois dez.
- Nossa quanto carro – disse Carlos
- Tem bastante e alguns bem antigos – disse Patrícia
- O que ouve porque parou – perguntou Carlos
- Porque tem tantos carros aqui nesta cidade neste estado, pois já que nem ao menos sabíamos que existia essa cidade aqui, acho que devemos toma mais cuidado – disse Patrícia
- Você estar imaginando coisas de mais é culpa desses filmes de terror que você gosta de assisti
- Isso não tem nada ave com os filmes de terror, a cidade é que é esquisita mesmo, o que é isso aqui – perguntou Patrícia
Ela percebe uma certa quantidade de sangue ali e eles passam a observarem melhor o carro e logo encontram o que seria um celular novo e tentam ligarem, mas não conseguem mesmo não havendo concordância entre os dois, percebem mais sangue e logo passam a escutarem passos e mais passos eles passam a se esconderem entre os veículos e escutam também como se estivesse arrastando alguma coisa quando se deparam com uma mão fria ao toca-la o que faz com que se questionem do que podem estarem vivenciando naquele local... Os minutos... Minutos... Minutos vão se passando até que se não ver ou ouvem mais nada e quando saem dão de cara com uma rosto sem pele ela grita e Carlos põe a mão em sua boca neste momento passos correndo em sua direção e quando se dão conta quase foram acertados por um machado. Passam a correrem e correrem durante alguns minutos e então batem no que seria em um corpo pendurado pelo pescoço.
- Temos que chega no restaurante – disse Carlos
O silencio...                  
Passos silenciosos um após o outro e dentro de pouco tempo já se encontram entrando no restaurante e lá veem um local tranquilo com uma boa quantidade de pessoas se divertindo curtindo o que seria o natal com o local muito bem enfeitado uma comida deliciosa sendo servida e um cheiro irresistível.
- Como essas pessoas estão tão tranquilas – se questionou Carlos
- É isso que vou descobri, mas primeiro vou procura um telefone para ligar – disse Patrícia
- Enquanto você procura o telefone e se enforma direito eu vou procura uma mesa e pedi alguma comida para nós – disse Carlos
E lá foi ela procurando alguém para pode conversa já que todos que passam por ela parecem não a enxergarem ela então decide ir até o balcão e ao passam pela porta que leva até a cozinha e lá percebe olhando para um espelho que fica diante da porta ela percebe que todo as vezes que as pessoas passam por ele ela percebe seu reflexo de um moto de pessoas em completa decomposição ela se assusta completamente, mas tenta não chama atenção de todos que ali se encontram e ao corre para chega até Carlos ele já se encontra comendo e ela ao chama-lo percebe que ele não se encontra mais com os globos oculares e ele já joga um machado nela que acaba acertando um dos empregado que logo vai se levantando.
- Não, não... – disse Patrícia
 E logo procura uma forma de sai de lá e começa a corre com todos afim de agarra-la onde ela passa a entra ainda mais profundo no restaurante entrando em corredores aqui corredores ali durante um longo tempo... Quanto mais ela corre e entra em corredores mais coisas estranhas vão acontecendo como antigas portas que se encontram trancadas, a escuridão vai tomando de conta a cada momento que se passa... Quando ela topa com uma mulher chorando, mesmo com essa total escuridão ela sai chamando para sabe onde se encontra e vai entrando em mais corredores até que em um presente momento ela percebe que o choro vem vido de uma sala cuja a porta se encontra aberta ela entra e ver que essa sala se encontra com uma antiga cadeira de rodas  uma maca de hospital caída ao chão as paredes todas descascando sujas o piso molhado e tudo muito escuro. Ali se encontra no canta a pessoa chorando ao olha ver que ela se encontra completamente nua... Ela...
- Moça... Moça... Moça estar me ouvindo, você estar bem – perguntou patrícia.
Ao toca-la e ela se vira já vai gritando e demostrando uma boca gigantesca na qual ela sai correndo e gritando voltando ao corredor e correndo sem para durante um longo tempo até que encontra o que seria uma lanterna ela ilumina de um lado e do outro e não ver anda além da própria escuridão ela se encosta na parede até se senta ao chão e ali fica em silencio quando toca em algo ela ver que é um antigo livro desgastado ela o abre e lá tem escrito.
A CADA DOIS ANOS O NATAL É COMEMORADO, COM MUITA ALEGRIA E GRATIDÃO A CADA DOIS ANOS OS ESPÍRITOS VOLTAM A TERRA NATAL PARA REVIVE SEUS PESADELOS DE MORTE, BEM VINDOS AO NATAL DOS ESPÍRITOS.  
      
               
                   

                       


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